PABLO RODRIGUEZ

Histórico

Nasci em Buenos Aires em julho de 1970. Desenhei sempre. Uma das minhas primeiras preocupações aos 4 anos foi desenhar o rosto de Deus. Nesse tempo também, pedi ao meu pai que desenhasse para mim "aquella mujer de un cuadro que tiene las manos cruzadas"; ele não detectou que se tratava da Mona Lisa, mas se deixando guiar por minha descrição fez uma nova Gioconda, que utilizei para fazer minhas primeiras cópias.
Continuei desenhando livremente. O tempo todo.
Aos 15 anos comecei a estudar teatro, atividade que desenvolvi durante vários anos como ator, e na ultima etapa como docente e diretor no Programa Cultural da cidade de Buenos  Aires.
Já no ano 1995 ingressei na Faculdade de Filosofia e Letras onde fiz matérias de ambas as disciplinas.


Patroa
acrilica s/ tela
1999
51 X 44cm

Paula O
óleo s/ tela
2000
50 X 50cm
OUTRAS OBRAS
(clique para ampliar)

Mulher Canastra
acrílica s/ tela
2000
40 X 40cm

Ali 1
óleo s/ tela
2000
40 X 30cm

Infante
acrílica s/ tela
2000
54 X 37cm

Folhas
óleo s/ tela
2002
40 X 40cm

Ali 3
óleo s/ tela
2001
200 X 200cm

Ali 5
acrílica s/ tela
2002
20 X 20 cm

Elenice
acrílica s/ tela
2001
40 X 30cm

Nuri
óleo s/ tela
2001
40 X 40cm

Billy
óleo s/ tela
2000
40 X 30cm

Mercedes 2
óleo s/ madeira
2001
50 X 40,5cm

Homem Cueca
acrílica s/ tela
2000
49 X 26cm

Não fiz estudos formais na área das artes plásticas, mas desde cedo fiquei em contato com ela. Foi assim que em 1997 comecei a trabalhar na área de Produção do Centro Cultural "Ricardo Rojas" da Universidade de Buenos Aires, como assistente dos curadores das galerias de Fotografia e Artes Visuais, e realizando durante três anos a montagem das exposições que ali se apresentaram.
Tomei dois meses de aulas de pintura com o artista Pablo Suárez. E outros dois meses com o pintor Ricardo Garabito.
Visitei a Bienal de São Paulo em 1998,e  em 2000 me fixei na cidade, onde me dedico exclusivamente à Pintura.

SOBRE O MEU TRABALHO

Sobre o meu trabalho digo brevemente - que ele é uma forma de me aproximar e tentar participar do Mundo e sua infinita complexidade, com uma prática criativa tanto no aspecto do crescimento técnico como temático. Ou, uma tentativa de "conhecer" e "sentir" a Vida, num mesmo plano de experiência estética, que una reflexão e afeto. E, em fim, deixar dela algum rastro sobre a tela.